Arte
marcial que utiliza a força do oponente para atacar.
O judô é uma arte oriundo do
Jujutsu, que era utilizada pelos samurais de combate, que quando estavam em
distancia muito próximas de seus adversários não podiam lutar com as suas armas
de percussão, portanto criaram as técnicas de jujutso, que permitiam lutas em
distâncias aproximadas.
Jujutsu
- origem do JUDÔ
O Judô foi criado no Japão
em 1882 pelo Professor Jigoro Kano, com a finalidade de colaborar com a
educação e orientação do ser humano, além de proporcionar um desenvolvimento
físico e disciplinar.
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| Jigoro Kano - 28/10/1860 - 04/05/1968 |
Competição
Existem duas formas para
vencer na competição,
1- Projeção;
2- Imobilização;
A pontuação é dividida da
seguinte forma:
YUKO:
marca-se essa pontuação quando o oponente cai de lado ou quando é imobilizado
por 15 segundos.
WAZARI:
dois wazari valem um ippon e termina
o combate logo após o segundo wazari. Um wazari é um "ippon" que a
técnica não foi realizada com perfeição, ou quando o oponente é imobilizdo por
16 a 20 segundos.
IPPON:
Finaliza o combate. É realizado quando o adversário é projetado de costas no
tatami com uma técnica ótima de judô, ou quando o adversário é finalizado por
21 a 25 segundos.
Atividades
1-
Aquecimento objetivando alguns conceitos básicos de judô.
2- Corrida
em duplas - com a empunhadura de uma das mãos no kimono do
companheiro. Correr por todo o tatami sem direção fixa. Obedecer os comandos do
professor, porém, sempre manter a empunhadura. Possíveis comando do professor:
sentar, rolar para frente, para trás,
entre outros.
3-
Bruxa contra fada - (Pega-pega
adaptado), a bruxa é o pegador, quando a bruxa pega os alunos, estes devem
deslocar-se como tartarugas, e devem se deslocar até a fada para tornar-se a
serem crianças novamente e fugir da bruxa, a fada por sua vez não pode se
deslocar, os alunos enfeitiçados que devem chegar até ela.
Variação
a): A
bruxa pode pegar os alunos que estão se deslocando até a fada, "alunos
tartarugas", e quando estes são pegos, devem permanecer em decúbito dorsal
sem se deslocar, neste caso a fada poderá se deslocar para transformar estes
alunos em crianças novamente.
Variação
b):
Todos os alunos são tartarugas, porém, quando a bruxa se aproximar para
pega-los, podem virar em decubido dorsal, e a bruxa não pode pegar, para tal
efeito, o aluno tem direito a 3 segundos nesta posição, e a bruxa não pode
ficar esperando até o aluno voltar a outra posição, deve tentar pegar outro
aluno, quando pego, esse passa a ser a bruxa.
4-
Bulldog - (mãe ajuda adaptado), O pegador deve iniciar a brincadeira
em posição de 4 apoios e os outros fogem, para que os outros o ajudem, o
pegador deve derrubar ao chão os outros alunos, e estes só o ajudaram após cair
ao chão, quando isso acontecer, estes viram bulldog também.
5-
Alongamentos - Alongar todo o corpo, começando da cervical,
passando para a couna torácica, lombar, membros superiores e inferiores.
6-Elementos técnicos
- Queda
1-
Costas
2-
Frente
3-
Lado
6-
Queda de Costas
Processo
pedagógico
1. Posição inicial, sentado em posição de índio, queixo colado ao
peito, mãos segurando os pés, iniciar balaço para trás, (rolamento incompleto).
2.
Mesma posição do anterior, fazer o rolamento para trás e girar para os dois
lados quando atingir o ponto mais amplo, sem fazer o rolamento completo.
3.
posição de tronco e pernas e queixo continuam da mesma forma, os braços
estendidos a frente, a cada contagem do professor, faz uma palma a frente em
seguida executa o rolamento incompleto, porém, agora, aumenta a superfície de
contato com o solo, ao iniciar o rolamento, os braços estendem-se ao lado
antecipando o impacto apenas da coluna.
4.
Mesmo processo, porém com as pernas estendidas.
5. Rolamento sobre um dos ombros, mesma posição
do movimento anterior, porém, quando for executar, além de encostar o queixo ao
peito, a cervical, vai para o lado oposto do ombro que fica em contato com o
solo, rolamento ainda incompleto.
6.
Mesma técnica anterior, agora sem palmas, colocando mais impulso para fazer o
rolamento completo, porém não deve esquecer dos braços antecipando a coluna
para aumentar a superfície na hora de rola.
7.
Partindo da posição de cócoras, executar as mesmas técnicas.
8.
Partindo da posição em pé, executar as mesmas técnicas anteriormente.
7- Siga
seu mestre adaptado
Partindo da pegada (empunhadura) cruzada, gola/manga,
define o aluno que toma a iniciativa de deslocamento e o parceiro segue o
deslocamento, mantendo a empunhadura definida.
ATENÇÃO:
nesta brincadeira, em hipótese alguma o aluno deve juntar os pés e saltar,
cuidados básicos para que o judoca deve tomar para não facilitar a ação do
oponente.
8-
Projeção do oponente
De joelhos, sem a empunhadura, fazer o cumprimento, após
entrar em contato com o adversário, fazer a empunhadura mais apropriada, e
tentar projetar o outro ao solo.
Variação:
iniciar
a atividade em pé.
9- Imobilização - honke za gatame
O aluno que aplica o
movimento fica por cima, outro em
decúbito dorsal, o atacante, apoia o peito sobre o outro, com a base em um dos
lados do oponente, a perna da frente fica estendida e a de trás semiflexionada,
o braço do lado oposto em que está a base envolve a cabeça do oponente, e o
outro braço trava o braço de fuga do adversário.
Para o adversário sair deste movimento, é muito difícil,
porém isso pode acontecer, se o atacante
der alguma brecha onde, este pode aproveitar da situação, girando o tronco e
lançando o quadril para o lado oposto, ficando por trás do oponente.
Referencia:
Aula
ministrada pela professora Keitih Sato Urbinati, no 4 período da Faculdade Dom
Bosco, no primeiro semestre de 2014.

















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